8 de ago. de 2010

A M O R

Era noite, a lua redonda iluminava a varanda e meus olhos fitavam o céu imenso. O vento frio batia na minha pele me fazendo arrepiar. As estrelas pareciam piscar, só para mim. O silêncio me fez flutuar, viajar, sonhar. E no meio disso tudo eu pensei: Eu tenho sorte.
Por que? Porque eu amo, sou amada, e esse amor é perfeito. É divino, é completo. Eu respiro esse amor - vivo por esse amor.
Treze de Janeiro de Dois mil e dez. Quarta-feira. Quatro e cinquenta e nove da madrugada. E como você mesmo disse: Data e hora, do começo do infinito.
Quero você. Preciso de você. Vivo por você. Respiro você. Desejo você. Amo você.
Você é uma droga, a droga mais viciante que eu já usara algum dia dessa minha vida. Eu não sei e não quero viver sem você. Me faça feliz amanhã, como você me fez ontem e está fazendo hoje. Obrigada, apenas, obrigada por absolutamente tudo.
Entre seis bilhões de almas eu preciso apenas da sua. Eu te amo, amo verdadeiramente e inteiramente. 

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